Peça : Os 39 degraus
Alfred Hitchcock é conhecido por seus filmes de suspenses , sempre na presença de um personagem que é acusado de cometer um crime que não cometeu. No longa, os 39 degraus, que foi o ultimo filme que Hitchcock fez na Inglaterra, antes de se mudar para os Estados unidos, não foge a regra. O filme gerou 2 refilmagens e uma adaptação para teatro de sucesso na Broadway. A versão nacional, da importante peça de Patrick Barlow é foi traduzida e adaptada por Alexandre Reinecke e Clara Carvalho.
Após uma temporada de sucesso na cidade de São Paulo, a peça chega aos palcos cariocas. Atualmente se encontra em cartaz na sala Marília Pêra, no teatro Leblon. É um espetáculo que pode ser considerado uma inovação quando falamos de comédia. O que mais chama atenção são as rápidas trocas de roupa. Com apenas 4 atores são realizadas 130 trocas. Um belo trabalho de Cássio Brasil que assina o figurino. A iluminação, de Paulo César Medeiros é primorosa e essencial. São feitos vários efeitos e jogos de luz, que tornam a agilidade do roteiro possível.
O principal mérito da peça é resgatar o que o teatro tem de mais puro ao brincar, durante todo o tempo, com a imaginação do público. Em terminando momento, uma caixa de papelão vira um banco da estação de trem e uma escada se transforma em uma enorme ponte. A cenografia foi inicialmente pensada pelo já falecido Cyro Del Nero é mantida fielmente pelo assistente Caio Franzolin, como uma espécie de homenagem.
Bigodes e chapéus são retirados e colocados do figurino , marcando a troca de personagem. Somente o ator Dan Stulbach interpreta um único papel durante os 90 minutos de espetáculo, os demais chegam a fazer uns 12 personagens. Os 4 atores estão em plena forma ,de maneira que Danton Mello, Henrique Stroeter e Fabiana Gugli dão show em cima do palco. O destaque vai para Dan stulbach, que interpreta o personagem principal e apresenta um desempenho para ninguém colocar defeito.
A história se passa em parte na Inglaterra e o restante na Escócia. Richard é um sedutor que se encanta pela charmosa e misteriosa Annabela .Ele a leva para seu apartamento, onde a moça é misteriosamente assassinada. Após isso se vê obrigado a fugir de Londres para investigar o motivo do crime e provar sua inocência. Lógico que nessa longa caminhada Richard se envolve em diversas confusões, despertando os risos da plateia.
A paródia do filme de Hitchcock tem um roteiro simples e engraçado. Um de seus méritos é o fato de conseguir transformar um clássico do cinema em uma linguagem de que torna fácil a compreensão pelo grande público.
Jéssica Lopes Fonseca
sexta-feira, 17 de junho de 2011
O amor custa caro
E na semana dos dias do namorados...adivinhem sobre oq eu falei no meu texto de toda semana para o blog da megazine ?
O amor custa caro
O Dia dos Namorados está chegando. Com ele, a dúvida cruel de todo homem... O que dar de presente para a namorada? Flores apodrecem, jóias custam caro e chocolate engorda. Mas quem pensa que a dúvida fica só no presente se engana. Tem a clássica dúvida de qual restaurante escolher. Será que é bom levar ao cinema? Melhor teatro? E a pergunta mais importante: será que o dinheiro dá para isso tudo?
Pois é, você mal terminou de pagar o presente do Dia das Mães e já tem essa nova preocupação. Para as mulheres, também não é facil. A clássica pergunta "que roupa usar?" vale por todas as dúvidas masculinas. Para minha humilde opinião, de solteira, o Dia dos Namorados é apenas mais uma data comercial. O único ano em que passei esta data com alguém, combinei com o então namorado que a gente não trocaria presentes. Resultado: eu comprei o presente dele na esperança que ele não lembrasse da minha proposta louca. O pior foi que ele não esqueceu, me achou super moderninha e desencanada.
Resumo da história? Eu me ferrei e fiquei sem presente. Com essa minha experiência, descobri que tô nem aí para o fato de ser uma data para o comércio faturar. Descobri que amoooo datas comerciais. Homens, aprendam! A gente pode falar qualquer coisa, mas, no fundo, a gente quer o presente SIM. Esse papo de "não precisa se preocupar" é mentira!
A todo mundo que é solteiro e está lendo este texto, eu peço que me digam qual a boa para este próximo domingo. Alguma baladinha para compartilhar a depressão e a solidão? Aos compromentidos, dou somente a minha sincera raiva e inveja (brincaderinhaaaa).
Se você leu este texto e ficou preocupado com as finanças, relaxa. Assim que você terminar de pagar o presente e o jantar, já vai ter o Dia dos Pais com que se preocupar.
É isso gente. Até a próxima quarta-feira. Beijos!
O amor custa caro
O Dia dos Namorados está chegando. Com ele, a dúvida cruel de todo homem... O que dar de presente para a namorada? Flores apodrecem, jóias custam caro e chocolate engorda. Mas quem pensa que a dúvida fica só no presente se engana. Tem a clássica dúvida de qual restaurante escolher. Será que é bom levar ao cinema? Melhor teatro? E a pergunta mais importante: será que o dinheiro dá para isso tudo?
Pois é, você mal terminou de pagar o presente do Dia das Mães e já tem essa nova preocupação. Para as mulheres, também não é facil. A clássica pergunta "que roupa usar?" vale por todas as dúvidas masculinas. Para minha humilde opinião, de solteira, o Dia dos Namorados é apenas mais uma data comercial. O único ano em que passei esta data com alguém, combinei com o então namorado que a gente não trocaria presentes. Resultado: eu comprei o presente dele na esperança que ele não lembrasse da minha proposta louca. O pior foi que ele não esqueceu, me achou super moderninha e desencanada.
Resumo da história? Eu me ferrei e fiquei sem presente. Com essa minha experiência, descobri que tô nem aí para o fato de ser uma data para o comércio faturar. Descobri que amoooo datas comerciais. Homens, aprendam! A gente pode falar qualquer coisa, mas, no fundo, a gente quer o presente SIM. Esse papo de "não precisa se preocupar" é mentira!
A todo mundo que é solteiro e está lendo este texto, eu peço que me digam qual a boa para este próximo domingo. Alguma baladinha para compartilhar a depressão e a solidão? Aos compromentidos, dou somente a minha sincera raiva e inveja (brincaderinhaaaa).
Se você leu este texto e ficou preocupado com as finanças, relaxa. Assim que você terminar de pagar o presente e o jantar, já vai ter o Dia dos Pais com que se preocupar.
É isso gente. Até a próxima quarta-feira. Beijos!
As temidas semanas de prova
E esse o meu post pra megazine essa semana
As temidas semanas de prova
Tenho muita pena de quem acha que passar no vestibular é a parte mais complicada da vida. Esses pobres vestibulandos não fazem ideia da furada em que eles estão se esforçando tanto para entrar. Na faculdade tem uma coisa chamada semana de prova. No meu caso, que faço Comunicação, a semana de prova se mistura com a semana de entrega de trabalhos intermináveis.
O fato ser um curso com mais trabalhos do que provas ajuda? Bem, só se você achar que é fácil ter que escrever um roteiro, encontrar atores, arrumar figurino, pegar câmera emprestada, achar o lugar ideal para as filmagens, passar o dia filmando, dirigir os atores (que em sua maioria não são atores de verdade, somente amigos quebrando seu galho) e terminar tendo que aprender a editar tudo aquilo que filmou. Parece fácil para vocês? Tudo isso por causa de 5 pontos na média de Comunicação e TV e para ter como resultado final um comercial de apenas 30 segundos.
Venho, por meio desse texto, demostrar minha indignação com a seguinte frase: "Você faz Comunicação? Ah, é moleza!". Vamos fazer uma análise rápida aqui: para estudar para uma prova você demora uns 2, 3 dias. Para esses meus trabalhos doidos eu levo, no mínimo, uma semana. Prova, você tem como reclamar e saber o que acertou ou errou. Em Comunicação, se a professora não gostar do comercial que produziu, você nunca vai saber se ela não gosta de você e está de implicância ou se o resultado foi realmente uma porcaria. Vamos combinar que o que é bom para alguns não é igualmente bom para os demais, logo, para saber o gosto pessoal de seu professor, eu sou favorável ao uso de bola de cristal.
Até o ensino médio você tem quinta nota, ponto extra por participação, recuperação, professor perguntando o que está acontecendo com seu rendimento. Na faculdade, você é apenas um número na chamada e tem mais é que se ferrar. Portanto, amiguinhos que ainda não entraram no ensino superior, tenham calma, relaxem e não tenham pressa. Coleguinhas da Comunicação, vamos comprar nossas bolas de cristal? Coleguinhas da Engenharia ou qualquer outro curso que fica achando que eu não faço nada da vida, é o meu trabalho que vai divulgar o trabalho de vocês. Hahahaha!
As temidas semanas de prova
Tenho muita pena de quem acha que passar no vestibular é a parte mais complicada da vida. Esses pobres vestibulandos não fazem ideia da furada em que eles estão se esforçando tanto para entrar. Na faculdade tem uma coisa chamada semana de prova. No meu caso, que faço Comunicação, a semana de prova se mistura com a semana de entrega de trabalhos intermináveis.
O fato ser um curso com mais trabalhos do que provas ajuda? Bem, só se você achar que é fácil ter que escrever um roteiro, encontrar atores, arrumar figurino, pegar câmera emprestada, achar o lugar ideal para as filmagens, passar o dia filmando, dirigir os atores (que em sua maioria não são atores de verdade, somente amigos quebrando seu galho) e terminar tendo que aprender a editar tudo aquilo que filmou. Parece fácil para vocês? Tudo isso por causa de 5 pontos na média de Comunicação e TV e para ter como resultado final um comercial de apenas 30 segundos.
Venho, por meio desse texto, demostrar minha indignação com a seguinte frase: "Você faz Comunicação? Ah, é moleza!". Vamos fazer uma análise rápida aqui: para estudar para uma prova você demora uns 2, 3 dias. Para esses meus trabalhos doidos eu levo, no mínimo, uma semana. Prova, você tem como reclamar e saber o que acertou ou errou. Em Comunicação, se a professora não gostar do comercial que produziu, você nunca vai saber se ela não gosta de você e está de implicância ou se o resultado foi realmente uma porcaria. Vamos combinar que o que é bom para alguns não é igualmente bom para os demais, logo, para saber o gosto pessoal de seu professor, eu sou favorável ao uso de bola de cristal.
Até o ensino médio você tem quinta nota, ponto extra por participação, recuperação, professor perguntando o que está acontecendo com seu rendimento. Na faculdade, você é apenas um número na chamada e tem mais é que se ferrar. Portanto, amiguinhos que ainda não entraram no ensino superior, tenham calma, relaxem e não tenham pressa. Coleguinhas da Comunicação, vamos comprar nossas bolas de cristal? Coleguinhas da Engenharia ou qualquer outro curso que fica achando que eu não faço nada da vida, é o meu trabalho que vai divulgar o trabalho de vocês. Hahahaha!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
O post dessa semana para a megazine :)
Tá frio aí?
Chegou aquela estação na qual você :
1) Fica achando que o dia deveria ter 40 horas. 39 para dormir e uma para comer.
2) Bebe tanto chocolate quente que engorda horrores.
3) Fica se prometendo que vai malhar todos os dias , para se preparar para o verão, mas não consegue acordar cedo.
4) Perde seu bronzeado, ignora a depilação e fica igual urso...gorda, branca e peluda.
5) Tira aquelas roupas do fundo do armário, cheio de poeira e com um cheiro terrivel de mofo.
6) Ataca de chique com botas de salto,lenços, meias calças e luvas.
7) Pega um monte de doenças legais....Rinites,bronquites gripes e pneumonias .
8) Bebe até cair com desculpa que é para se esquentar.
9) Lamenta não ter dinheiro para pagar uma passagem até Cancun e pegar uma praia.
10) Lamenta mais ainda estar encalhada. (É triste não ter com quem dividir o momento filme debaixo das cobertas.)
11) E por ultimo.... Fica torcendo para o verão chegar logo.
O pior desse texto ? Ser escrito por uma menina que mora em uma cidade em que o inverno é de 18 graus.
Pois é... Eu tó achando que preciso dár um pulo na Rússia para aprender o que é frio.
Para descontrair vai ai um video de uma galera que sabe como tranformar o tema inverno em algo engraçado.
http://www.youtube.com/watch?v=CIN_1EAGzSU
Tá frio aí?
Chegou aquela estação na qual você :
1) Fica achando que o dia deveria ter 40 horas. 39 para dormir e uma para comer.
2) Bebe tanto chocolate quente que engorda horrores.
3) Fica se prometendo que vai malhar todos os dias , para se preparar para o verão, mas não consegue acordar cedo.
4) Perde seu bronzeado, ignora a depilação e fica igual urso...gorda, branca e peluda.
5) Tira aquelas roupas do fundo do armário, cheio de poeira e com um cheiro terrivel de mofo.
6) Ataca de chique com botas de salto,lenços, meias calças e luvas.
7) Pega um monte de doenças legais....Rinites,bronquites gripes e pneumonias .
8) Bebe até cair com desculpa que é para se esquentar.
9) Lamenta não ter dinheiro para pagar uma passagem até Cancun e pegar uma praia.
10) Lamenta mais ainda estar encalhada. (É triste não ter com quem dividir o momento filme debaixo das cobertas.)
11) E por ultimo.... Fica torcendo para o verão chegar logo.
O pior desse texto ? Ser escrito por uma menina que mora em uma cidade em que o inverno é de 18 graus.
Pois é... Eu tó achando que preciso dár um pulo na Rússia para aprender o que é frio.
Para descontrair vai ai um video de uma galera que sabe como tranformar o tema inverno em algo engraçado.
http://www.youtube.com/watch?v=CIN_1EAGzSU
Lest's see a movie ?
Meu post da semana passada para a megazine :)
Let's see a movie?
Essa semana fiquei sabendo de uma informação que chamou minha atenção. Os Estados Unidos produzem apenas 11 % dos filmes feitos no mundo. No mesmo dia em que me passaram essa informação, eu fui ao cinema. Reparei que, no Brasil 90% dos filmes em cartaz, são americanos. Faço comunicação na PUC, logo, mesmo querendo publicidade, eu tenho algumas matérias do curso de cinema. Durante essas aulas, percebi que: até mesmo os alunos do curso de cinema sabem pouquíssimo sobre a produção cinematográfica de qualquer pais asiático, por exemplo.
A Ásia é a responsável por cerca de 60% do total de filmes produzidos em um ano. O meu lado curioso fica se perguntando: qual o motivo de um continente que produz tanto ter sua obra tão pouco divulgada no resto do mundo?
Muito possivelmente, você que está lendo esse texto nunca viu um filme da Síria (ou qualquer outros país esquisito perante nossa cultura). O motivo de a gente não assistir filme chinês? Não sei vocês, mas eu não assisto porque é ruim pra caramba. Meu lado sensível e critico fica brigando com o meu lado curioso e se sente aliviado ao chegar no cinema e só ver filmes americanos. Com o tamanho dos orçamentos dos filmes hollywoodianos, é muito difícil o resultado ser uma porcaria, concordam? Tá bom, vai... Ignorem filmes como "American Pie", "Kill Bill", entre outros.
Na verdade, eu nem sei o motivo de estar escrevendo sobre isso. É mais que natural que o brasileiro tenha esse comportamento. No Brasil, o povo come fast food, bebe Coca-Cola, veste calça jeans, escuta Lady Gaga e passa a juventude cantando a música "Baby", do Justin Bieber. Acha mesmo que, depois de todo esse esforço pra fingir que somos americanos, a gente vai se entregar justamente na hora de ir ao cinema? Hahaha! Se vai copiar, copia direito @%$$!
Culturalmente, eu achava isso ruim, pois desvaloriza o cinema nacional. Eu tinha essa opinião até ver "Tropa de Elite 2". Acho que esse domínio do cinema americano teve o seu lado positivo. Para não perder espaço nas salas de cinemas (algo que até hoje acontece, mas bem menos), os cineastas brasileiros tiveram que evoluir muito. Quem assistiu a "Tropa 2" sabe que o filme é tão bem feito que parece americano. Aliás, os filmes brasileiros, a cada dia que passa, ficam melhores.
Por hoje é só. A gente se vê na próxima semana. Vou mostrar toda minha revolta com a valorização excessiva em torno do cinema norte-americano. Vou ali ver "Piratas do Caribe 4". Alguém já viu? Sabe me dizer se é bom?
Beijos, gente.
Let's see a movie?
Essa semana fiquei sabendo de uma informação que chamou minha atenção. Os Estados Unidos produzem apenas 11 % dos filmes feitos no mundo. No mesmo dia em que me passaram essa informação, eu fui ao cinema. Reparei que, no Brasil 90% dos filmes em cartaz, são americanos. Faço comunicação na PUC, logo, mesmo querendo publicidade, eu tenho algumas matérias do curso de cinema. Durante essas aulas, percebi que: até mesmo os alunos do curso de cinema sabem pouquíssimo sobre a produção cinematográfica de qualquer pais asiático, por exemplo.
A Ásia é a responsável por cerca de 60% do total de filmes produzidos em um ano. O meu lado curioso fica se perguntando: qual o motivo de um continente que produz tanto ter sua obra tão pouco divulgada no resto do mundo?
Muito possivelmente, você que está lendo esse texto nunca viu um filme da Síria (ou qualquer outros país esquisito perante nossa cultura). O motivo de a gente não assistir filme chinês? Não sei vocês, mas eu não assisto porque é ruim pra caramba. Meu lado sensível e critico fica brigando com o meu lado curioso e se sente aliviado ao chegar no cinema e só ver filmes americanos. Com o tamanho dos orçamentos dos filmes hollywoodianos, é muito difícil o resultado ser uma porcaria, concordam? Tá bom, vai... Ignorem filmes como "American Pie", "Kill Bill", entre outros.
Na verdade, eu nem sei o motivo de estar escrevendo sobre isso. É mais que natural que o brasileiro tenha esse comportamento. No Brasil, o povo come fast food, bebe Coca-Cola, veste calça jeans, escuta Lady Gaga e passa a juventude cantando a música "Baby", do Justin Bieber. Acha mesmo que, depois de todo esse esforço pra fingir que somos americanos, a gente vai se entregar justamente na hora de ir ao cinema? Hahaha! Se vai copiar, copia direito @%$$!
Culturalmente, eu achava isso ruim, pois desvaloriza o cinema nacional. Eu tinha essa opinião até ver "Tropa de Elite 2". Acho que esse domínio do cinema americano teve o seu lado positivo. Para não perder espaço nas salas de cinemas (algo que até hoje acontece, mas bem menos), os cineastas brasileiros tiveram que evoluir muito. Quem assistiu a "Tropa 2" sabe que o filme é tão bem feito que parece americano. Aliás, os filmes brasileiros, a cada dia que passa, ficam melhores.
Por hoje é só. A gente se vê na próxima semana. Vou mostrar toda minha revolta com a valorização excessiva em torno do cinema norte-americano. Vou ali ver "Piratas do Caribe 4". Alguém já viu? Sabe me dizer se é bom?
Beijos, gente.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A minha felicidade tem 4 patas
o post da semana passada ...esqueci de colocar aqui :)
A minha paixão pelos cachorros
Eu sempre deixo para escrever meu texto em cima da hora .Tenho uma dificuldade enorme de escolher sobre que tema vou falar. Esta semana não foi diferente. Estava eu, numa segunda- feira, fim de noite... Nada de texto e muito desespero. Para minha sorte, como boa fã de CQC (vocês ainda vão me ouvir falar muito nesse programa por aqui), eu estava assistindo um de seus quadros, quando me surgiu a ideia de um tema para escrever. O quadro chama-se Proteste já, e esta semana falou sobre maus-tratos em cachorros.
Sempre fui apaixonada por cachorros e é sobre esses bichinhos que eu vou falar. Eu acho maltratar animais um dos maiores atos de covardia do ser humano. A vida toda eu só tive uma cachorra. Ela morreu no fim do ano passado, com quase 16 anos. O nome dela era Preta por um motivo beeeem, mas beeeem criativo... Ela tinha a pelagem preta! Como eu tenho 19 anos, fui crescendo junto com ela e vendo-a envelhecer. Posso dizer com categoria que ver ela ficar doente foi uma das coisas mais complicadas que já passei na vida.
Conforme ela ia ficando mais velha, eu ia criando em mim a ideia de cursar veterinária para cuidar dela. O que eu não me dava conta, como criança tapada e inocente que fui, era que até eu terminar a faculdade, ela teria uns 20 anos. E se a gente converter essa idade para a idade dos seres humanos, vamos ver que nem o Niemeyer teria a capacidade de viver tanto. Ou seja, eu queria transformar a minha cachorra numa espécie de Highlander do mundo canino.
Esses tipos de maus-tratos que a matéria mostrou ainda me chocam muito. Cachorros rasgam a sua roupa, comem os seus chinelos, destroem a sua casa, te faz entrar em falência de tanto que eles comem e gastam em pet shop e veterinários, mas estão sempre lá pra te alegrar.
Antes de terminar... Eu vou revelar o motivo maior de ter escrito esse texto. Eu moro sozinha a um ano, e sou louca para ter um cachorrinho para me fazer companhia. Como eu ainda não tenho poder financeiro para pagar meu aluguel, eu tive que pedir permissão para os meus pais para colocar um cachorrinho aqui dentro. E olha que triste é a vida... Eu escutei um NÃO! Então eu lanço aqui uma campanha. Na hora de comentar, todo mundo demonstra sua revolta com essa falta de amor canino dos meus pais. E quem tiver Twitter é só utilizar "#paisdajessicadeixemelaterumcachorro". Conto com vocês.
A minha paixão pelos cachorros
Eu sempre deixo para escrever meu texto em cima da hora .Tenho uma dificuldade enorme de escolher sobre que tema vou falar. Esta semana não foi diferente. Estava eu, numa segunda- feira, fim de noite... Nada de texto e muito desespero. Para minha sorte, como boa fã de CQC (vocês ainda vão me ouvir falar muito nesse programa por aqui), eu estava assistindo um de seus quadros, quando me surgiu a ideia de um tema para escrever. O quadro chama-se Proteste já, e esta semana falou sobre maus-tratos em cachorros.
Sempre fui apaixonada por cachorros e é sobre esses bichinhos que eu vou falar. Eu acho maltratar animais um dos maiores atos de covardia do ser humano. A vida toda eu só tive uma cachorra. Ela morreu no fim do ano passado, com quase 16 anos. O nome dela era Preta por um motivo beeeem, mas beeeem criativo... Ela tinha a pelagem preta! Como eu tenho 19 anos, fui crescendo junto com ela e vendo-a envelhecer. Posso dizer com categoria que ver ela ficar doente foi uma das coisas mais complicadas que já passei na vida.
Conforme ela ia ficando mais velha, eu ia criando em mim a ideia de cursar veterinária para cuidar dela. O que eu não me dava conta, como criança tapada e inocente que fui, era que até eu terminar a faculdade, ela teria uns 20 anos. E se a gente converter essa idade para a idade dos seres humanos, vamos ver que nem o Niemeyer teria a capacidade de viver tanto. Ou seja, eu queria transformar a minha cachorra numa espécie de Highlander do mundo canino.
Esses tipos de maus-tratos que a matéria mostrou ainda me chocam muito. Cachorros rasgam a sua roupa, comem os seus chinelos, destroem a sua casa, te faz entrar em falência de tanto que eles comem e gastam em pet shop e veterinários, mas estão sempre lá pra te alegrar.
Antes de terminar... Eu vou revelar o motivo maior de ter escrito esse texto. Eu moro sozinha a um ano, e sou louca para ter um cachorrinho para me fazer companhia. Como eu ainda não tenho poder financeiro para pagar meu aluguel, eu tive que pedir permissão para os meus pais para colocar um cachorrinho aqui dentro. E olha que triste é a vida... Eu escutei um NÃO! Então eu lanço aqui uma campanha. Na hora de comentar, todo mundo demonstra sua revolta com essa falta de amor canino dos meus pais. E quem tiver Twitter é só utilizar "#paisdajessicadeixemelaterumcachorro". Conto com vocês.
O importante é que emoçoes eu vivi
o meu post para o blog da megazine...essa semana foi isso :)
O importante é que emoções eu vivi
Moro no Rio, mas meus pais vivem em Santos. Frequentemente eu vou até lá para visitá-los. É uma pequena viagem de aproximadamente 7 horas. Como boa universitária, estou sempre sem grana, logo o meio de transporte é o ônibus mesmo. É sobre as minhas experiências nessas viagens que eu vou falar essa semana.
Escolho sempre o horário da meia-noite na esperança de dormir tranquilamente. Ha-ha-ha! Ledo engano. Na primeira viagem, eu me encontrei sentada na frente de duas moças que ficaram tagarelando o tempo todo. Não sei como elas conseguiram falar tanto em tão pouco tempo. Na minha humilde opinião, são merecedoras de entrar para o Guiness Book na categoria "maiores tagarelas da face da terra". A viagem terminou comigo sabendo o nome, a idade, o telefone, a profissão, o endereço, os hobbies das duas e de suas respectivas famílias. A única coisa que eu não sabia era qual o problema delas com o ato de dormir.
É lógico que a falta de sorte não parou por aí. Duas semanas depois de ficar sabendo de detalhes, até mesmo da vida intima de Aline e Fernanda (para vocês verem como eu fiquei "best friend" das moças falantes), eu sento do lado de um homem que tinha sérios problemas com o ronco. Eu acho que nem obra no vizinho irrita mais e faz mais barulho que aquele homem.
Mas a minha sorte me virou a cara mesmo e ficou rindo nas minhas costas quando permitiu que eu sentasse do lado de uma cara que, digamos assim, era gordo, bem gordo, mas beeeem gordo mesmo. A pessoa ocupou uns 80% da minha cadeira e ainda comeu metade da minha batata quando eu ofereci por educação.
Tem também as crianças, estas não podem faltar. São muito comuns em ônibus. Quem nunca viajou com uma criança chorando durante a viagem toda? Eu me pergunto: será que existe alguma coisa que se possa fazer para estas crianças se calarem? Nem o pirulito gigante que os pais deram fizeram elas se calarem.
O casal safadinho?Ah, teve também! Esse dia foi muito estranho. Por volta de 2h da manhã entrou um rapaz no banheiro e, cinco minutos depois, entrou uma moça. Pensei em avisar que o banheiro estava ocupado, mas fiquei quieta. O que fizeram os dois num banheiro que mal cabe uma pessoa? Mesmo assim eles conseguiram ficar lá por mais de meia hora... Sinistro!
Depois dessas experiências, eu percebi o quanto era ingênua quando achava que o pior que podia acontecer num ônibus era a pessoa do meu lado ser mais rápida e apoiar o braço naquela divisória da poltrona primeiro. A moral dessa história toda: quer conforto? Deixa de ser pão-dura e vai de avião, dona Jéssica.
Aconteceram muitas outras coisas, mas não vai dar para contar tudo hoje. Estou pensando em juntar tudo e montar uma peça de teatro (que eu tanto amo). Se você tem um caso engraçado e bem legal que tenha acontecido dentro do ônibus, é só contar nos comentários aí embaixo, ok?
Ah, antes de terminar, gostaria de agradecer a todos que embarcaram comigo na campanha #paisdajessicadeixemelaterumcachorro (pra entender, dá uma olhadinha no meu texto da semana passada). Gostaria de comunicar que o cachorro ainda não saiu, mas eu ainda to contando com vocês para derreter o duro coração dos meus pais. Beijos!
O importante é que emoções eu vivi
Moro no Rio, mas meus pais vivem em Santos. Frequentemente eu vou até lá para visitá-los. É uma pequena viagem de aproximadamente 7 horas. Como boa universitária, estou sempre sem grana, logo o meio de transporte é o ônibus mesmo. É sobre as minhas experiências nessas viagens que eu vou falar essa semana.
Escolho sempre o horário da meia-noite na esperança de dormir tranquilamente. Ha-ha-ha! Ledo engano. Na primeira viagem, eu me encontrei sentada na frente de duas moças que ficaram tagarelando o tempo todo. Não sei como elas conseguiram falar tanto em tão pouco tempo. Na minha humilde opinião, são merecedoras de entrar para o Guiness Book na categoria "maiores tagarelas da face da terra". A viagem terminou comigo sabendo o nome, a idade, o telefone, a profissão, o endereço, os hobbies das duas e de suas respectivas famílias. A única coisa que eu não sabia era qual o problema delas com o ato de dormir.
É lógico que a falta de sorte não parou por aí. Duas semanas depois de ficar sabendo de detalhes, até mesmo da vida intima de Aline e Fernanda (para vocês verem como eu fiquei "best friend" das moças falantes), eu sento do lado de um homem que tinha sérios problemas com o ronco. Eu acho que nem obra no vizinho irrita mais e faz mais barulho que aquele homem.
Mas a minha sorte me virou a cara mesmo e ficou rindo nas minhas costas quando permitiu que eu sentasse do lado de uma cara que, digamos assim, era gordo, bem gordo, mas beeeem gordo mesmo. A pessoa ocupou uns 80% da minha cadeira e ainda comeu metade da minha batata quando eu ofereci por educação.
Tem também as crianças, estas não podem faltar. São muito comuns em ônibus. Quem nunca viajou com uma criança chorando durante a viagem toda? Eu me pergunto: será que existe alguma coisa que se possa fazer para estas crianças se calarem? Nem o pirulito gigante que os pais deram fizeram elas se calarem.
O casal safadinho?Ah, teve também! Esse dia foi muito estranho. Por volta de 2h da manhã entrou um rapaz no banheiro e, cinco minutos depois, entrou uma moça. Pensei em avisar que o banheiro estava ocupado, mas fiquei quieta. O que fizeram os dois num banheiro que mal cabe uma pessoa? Mesmo assim eles conseguiram ficar lá por mais de meia hora... Sinistro!
Depois dessas experiências, eu percebi o quanto era ingênua quando achava que o pior que podia acontecer num ônibus era a pessoa do meu lado ser mais rápida e apoiar o braço naquela divisória da poltrona primeiro. A moral dessa história toda: quer conforto? Deixa de ser pão-dura e vai de avião, dona Jéssica.
Aconteceram muitas outras coisas, mas não vai dar para contar tudo hoje. Estou pensando em juntar tudo e montar uma peça de teatro (que eu tanto amo). Se você tem um caso engraçado e bem legal que tenha acontecido dentro do ônibus, é só contar nos comentários aí embaixo, ok?
Ah, antes de terminar, gostaria de agradecer a todos que embarcaram comigo na campanha #paisdajessicadeixemelaterumcachorro (pra entender, dá uma olhadinha no meu texto da semana passada). Gostaria de comunicar que o cachorro ainda não saiu, mas eu ainda to contando com vocês para derreter o duro coração dos meus pais. Beijos!
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